Em reunião com representantes da Adidas, durante o evento Footecon, o técnico Carlos Alberto Parreira sugeriu o nome "Samba" para a bola da Copa de 2014, revelou ontem o jornal "O Globo". Outros nomes, como "Gorduchinha", continuam sendo debatidos, mas a divulgação do nome oficial somente será feita em 2012, quando também serão definidos o hino e o mascote do Mundial de futebol.
Na Copa de 2010, na África do Sul, a bola oficial "Jabulani" ganhou destaque na mídia pelas inovações tecnológicas incorporadas. Amada ou odiada, nunca antes se viu e se falou tanto de uma bola na história dos esportes. Os números de vendas comprovam. Desde seu lançamento em dezembro de 2009, durante o sorteio das chaves da copa, na Cidade do Cabo, a Adidas vendeu 50 milhões de unidades.
Bola milionária
“É a mais bem sucedida de todas, desde que começamos a fornecer as bolas da Copa do Mundo, há 40 anos”, disse Herbert Hainer, CEO da Adidas, durante a Soccerex, evento que ocorreu na última semana de novembro no Rio de Janeiro. A empresa registrou um lucro líquido de R$ 300 milhões, contra os R$ 18 milhões no ano anterior, com aumento de vendas de 13%, refletindo o sucesso das vendas de camisas e bolas.
No mesmo encontro, Thierry Weil, diretor de Marketing da Fifa que fez carreira de 20 anos dentro da Adidas, endossou o case da Jabulani como um dos mais bem sucedidos em termos de ativação.
Joseph Blatter diz que Fifa vai implementar sistema tecnológico para saber se bola entrou
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou, em entrevista ao jornal El Mundo Deportivo, que será permitido o uso de sistemas eletrônicos para saber se a bola passou ou não a linha de gol durante a Copa do Mundo de 2014.
"Na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, teremos a tecnologia para saber se a bola ultrapassou ou não a linha de gol. Temos dois bons sistemas, que atendem às nossas necessidades, com confiabilidade, imediatez e fácil manuseio", disse o dirigente máximo da Fifa.
Além disso, na mesma entrevista, Blatter afirmou que concorda com a posição do presidente do Barcelona, Sandro Rosell, de que o Campeonato Espanhol deveria ter uma redução no número de clubes. O dirigente catalão defende a ideia, afirmando que a liga poderia ficar mais atraente se disputada com menos times.
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